A Oracle apresentou, em Nova York, a nova versão para seu banco de dados líder de mercado, o 11g.
Segundo a empresa, 400 novos recursos foram implementados na versão que substitui o 10g, com destaque para a área de segurança e encriptação de informações e gerenciamento de arquivos pesados, como imagens 3D e arquivos XML complexos.
A Oracle afirma que o sistema foi testado durante 15 milhões de horas antes de chegar a sua versão final.
A expectativa da companhia, que exibiu o produto durante evento em Nova York, é disponibilizá-lo para vendas corporativas no início de agosto. No evento, versões para Linux e Windows foram exibidas.
A companhia explica que a nova versão é especialmente mais robusta para simular testes de implementação de novas características e recursos a um banco de dados. A idéia da empresa foi tornar o 11g mais rápido e eficaz nas simulações de como novas características impactam na infra-estrutura de TI do usuário.
Viva o PAN!
Meus amigos e amigas, leiam a matéria do link abaixo e não deixem de ouvir os arquivos "mp3" que estão na página.
Viva o PAN!
http://carosamigos.terra.com.br/nova/ed123/jucaetrajano.asp
Viva o PAN!
http://carosamigos.terra.com.br/nova/ed123/jucaetrajano.asp
Os Net´s são espertos pra Karuska!
Realmente a campanha da NET é muito boa meus amigos... eles são realmente espertos "pra karuska"!
A gravação abaixo fala por si própria.
A gravação abaixo fala por si própria.
IBM trabalha em pesquisa para desenvolver 'carro inteligente'
São Paulo - Pesquisa trabalha em sistema que recebe informações da pista e outros veículos, evitando acidentes e orientando o motorista.
A pesquisa “collaborative driving”, do IBM Haifa Labs em Israel, pretende desenvolver sistemas para ajudar na prevenção de acidentes e redução no trânsito por meio de uma maior comunicação entre os veículos, pista e motoristas.
O sistema que está sendo desenvolvido, por meio de comunicações wireless entre veículos e com a pista, pretende associar e classificar as informações captadas, permitindo que em situações extremas ou de risco o carro reaja freando, desviando levemente de um obstáculo ou reduzindo uma marcha, uma espécie de sistema de reflexos para o veículo.
Um outro ponto interessante é o de receber informações relacionadas ao trânsito, acidentes e rotas alternativas. O carro seria capaz de selecionar quais informações são úteis e disponibilizá-las para o motorista.
Nos Estados Unidos os acidentes com o trânsito custam 230 bilhões por ano, na Europa o custo é de 160 bilhões de euros por ano, sem mencionar as tragédias e hospitalizações.
A pesquisa “collaborative driving”, do IBM Haifa Labs em Israel, pretende desenvolver sistemas para ajudar na prevenção de acidentes e redução no trânsito por meio de uma maior comunicação entre os veículos, pista e motoristas.
O sistema que está sendo desenvolvido, por meio de comunicações wireless entre veículos e com a pista, pretende associar e classificar as informações captadas, permitindo que em situações extremas ou de risco o carro reaja freando, desviando levemente de um obstáculo ou reduzindo uma marcha, uma espécie de sistema de reflexos para o veículo.
Um outro ponto interessante é o de receber informações relacionadas ao trânsito, acidentes e rotas alternativas. O carro seria capaz de selecionar quais informações são úteis e disponibilizá-las para o motorista.
Nos Estados Unidos os acidentes com o trânsito custam 230 bilhões por ano, na Europa o custo é de 160 bilhões de euros por ano, sem mencionar as tragédias e hospitalizações.
Sem alterações, projeto de crime digital vai a audiência pública
São Paulo - Projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que tipifica crimes virtuais, vai a 1ª audiência pública no Senado.
Após seguidas controvérsias, o projeto de lei elaborado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) irá para sua primeira audiência pública dentro da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado nesta quarta-feira (03/07).
A audiência, que tem como objetivo confrontar visões antagônicas sobre o projeto apresentado, será realizada três semanas após os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pedirem visto coletivo.
O projeto não sofreu qualquer alteração desde a retirada do conceito de "defesa digital", feita pelo senador mineiro após emenda do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
As audiências públicas anteriores sobre o projeto de lei, que congrega as leis da Câmara de nº 89, de 2003, e do Senado de nº 76 e 137, de 2000, foram feitas na Comissão de Educação.
O cronograma apresentado pelo CCJ lista seis profissionais convocados para o debate.
Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.Br), e Eduardo Parajo, presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), são os únicos representantes da sociedade.
Fecham a mesa Fernando Botelho, membro da Comissão de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mesmo estado de Azeredo; Marcelo Bechara, representante do Ministério das Comunicações no Comitê Gestor da Internet (CGI.br); e Paulo Quintiliano, perito da Polícia Federal.
Segundo a assessoria do senador mineiro, a subprocuradora da República, Ela Wiecko Volkme, que deveria completar o debate, não estará presente.
Independente de supostas alterações no texto, o projeto de lei, após passar pela audiência pública, segue para votação pelos senadores presentes na CCJ do Senado.
Após seguidas controvérsias, o projeto de lei elaborado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) irá para sua primeira audiência pública dentro da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado nesta quarta-feira (03/07).
A audiência, que tem como objetivo confrontar visões antagônicas sobre o projeto apresentado, será realizada três semanas após os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pedirem visto coletivo.
O projeto não sofreu qualquer alteração desde a retirada do conceito de "defesa digital", feita pelo senador mineiro após emenda do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
As audiências públicas anteriores sobre o projeto de lei, que congrega as leis da Câmara de nº 89, de 2003, e do Senado de nº 76 e 137, de 2000, foram feitas na Comissão de Educação.
O cronograma apresentado pelo CCJ lista seis profissionais convocados para o debate.
Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.Br), e Eduardo Parajo, presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), são os únicos representantes da sociedade.
Fecham a mesa Fernando Botelho, membro da Comissão de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, mesmo estado de Azeredo; Marcelo Bechara, representante do Ministério das Comunicações no Comitê Gestor da Internet (CGI.br); e Paulo Quintiliano, perito da Polícia Federal.
Segundo a assessoria do senador mineiro, a subprocuradora da República, Ela Wiecko Volkme, que deveria completar o debate, não estará presente.
Independente de supostas alterações no texto, o projeto de lei, após passar pela audiência pública, segue para votação pelos senadores presentes na CCJ do Senado.
Projeto de Lei de crimes digitais
Senado Federal discute o Projeto de Lei de crimes digitais para punição aos crimes praticados utilizandos meios de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.
A discussão pode ser vista através deste link ou acessando http://www.senado.gov.br/tv/
A discussão pode ser vista através deste link ou acessando http://www.senado.gov.br/tv/
Software livre ganha versão 3 da GPL
A terceira versão da Licença Pública Geral procura defender a comunidade de software livre contra ações de quebra de patentes
A Fundação de Software Livre (Free Software Foundation) de Richard Stallman lançou a Licença Pública Geral (GPL, sigla em inglês para General Public Licence) versão 3. Um dos pontos fortes, após longa discussão sobre os detalhes da licença, é a preparação para lidar com as ações de restrição de patentes contra software livre.
O impacto da GPL 3 só será conforme for adotado como licença de escolha em vários projetos de código aberto. Mas sua adoção está praticamente assegurada, já que os desenvolvedores estão fechando o cerco face às acusações da Microsoft de que o Linux e outros projetos de código aberto violam 235 de suas patentes.
A GPL 2 e suas antecedentes foram escolhidas na maioria dos projetos de código aberto. A GPL revolucionou o modo como o software é escrito e distribuído. Em vez de estabelecer taxas e limitações de licença, a GPL premiou os desenvolvedores com um amplo regulamento para usar códigos livremente e modificá-los, mas requeria que tais modificações fossem compartilhadas com a comunidade de desenvolvedores.
Um dos pioneiros na adoção da GPL 3 será o projeto Samba Server, que oferece tradução de código entre Linux e Windows. Jeremy Allison, líder do projeto, disse que a versão 3 "é uma atualização necessária para lidar com as novas ameaças ao software livre que surgiram desde a versão 2 da GPL".
Allison deixou a Novell em protesto e encontrou emprego no Google logo depois do pacto Microsoft-Novell, em novembro passado. O acordo oferece proteção aos clientes da Novell que usam SuSE Linux, mas Steve Ballmer, CEO da Microsoft, declarou em comunicados posteriores, que tais garantias não se aplicam a outros usuários de Linux.
A Fundação de Software Livre (Free Software Foundation) de Richard Stallman lançou a Licença Pública Geral (GPL, sigla em inglês para General Public Licence) versão 3. Um dos pontos fortes, após longa discussão sobre os detalhes da licença, é a preparação para lidar com as ações de restrição de patentes contra software livre.
O impacto da GPL 3 só será conforme for adotado como licença de escolha em vários projetos de código aberto. Mas sua adoção está praticamente assegurada, já que os desenvolvedores estão fechando o cerco face às acusações da Microsoft de que o Linux e outros projetos de código aberto violam 235 de suas patentes.
A GPL 2 e suas antecedentes foram escolhidas na maioria dos projetos de código aberto. A GPL revolucionou o modo como o software é escrito e distribuído. Em vez de estabelecer taxas e limitações de licença, a GPL premiou os desenvolvedores com um amplo regulamento para usar códigos livremente e modificá-los, mas requeria que tais modificações fossem compartilhadas com a comunidade de desenvolvedores.
Um dos pioneiros na adoção da GPL 3 será o projeto Samba Server, que oferece tradução de código entre Linux e Windows. Jeremy Allison, líder do projeto, disse que a versão 3 "é uma atualização necessária para lidar com as novas ameaças ao software livre que surgiram desde a versão 2 da GPL".
Allison deixou a Novell em protesto e encontrou emprego no Google logo depois do pacto Microsoft-Novell, em novembro passado. O acordo oferece proteção aos clientes da Novell que usam SuSE Linux, mas Steve Ballmer, CEO da Microsoft, declarou em comunicados posteriores, que tais garantias não se aplicam a outros usuários de Linux.
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