A Arte de Dominar Idéias

Por Reinaldo Passadori - Presidente do Instituto Passadori e especialista em comunicação.


Problemas na comunicação podem gerar um monstro, que precisa ser domado a qualquer custo, para o pleno sucesso de colaboradores e organizações.

Vendas perdidas, negociações mal sucedidas, treinamentos ineficientes, discursos sonolentos e mal elaborados, desperdiçando o tempo das pessoas, discussões, boicotes, brigas e desentendimentos entre as pessoas de um modo geral, quer seja em relações profissionais, familiares ou sociais.

O mundo como um todo seria muito melhor se as pessoas conseguissem se comunicar melhor. Sem perceber, muitos dos problemas comuns que ocorrem nas relações interpessoais acontecem justamente por problemas de comunicação. Antes de falar sobre esses problemas, quero propor uma reflexão sobre uma premissa básica no processo da comunicação: a comunicação não é o que eu falo; é aquilo que chega.

Somos, por excelência, exímios interpretadores de tudo o que acontece. Faz parte da natureza humana, tanto que avaliamos, ponderamos, julgamos, comparamos com a nossa escala de valores tudo o que percebemos, vemos e ouvimos. Gostamos ou não gostamos, achamos simpático ou antipático, consideramos agradável ou desagradável, interessante ou indiferente. Fazemos isso o tempo todo. Por essa razão, se desejamos de fato nos comunicar com outras pessoas precisamos, constantemente, exercitar a arte da empatia, que é a capacidade de nos colocar no lugar da outra pessoa, entender o seu estado de espírito, seu momento psicológico, seu nível cultural, suas crenças, seus apelos emocionais.

Além disso, precisamos resolver os nossos problemas de comunicação e, posso afirmar com segurança, que são muitos.

Apresentarei de maneira resumida os problemas mais comuns que coletamos ao longo de 15 anos ajudando as pessoas a resolverem as suas dificuldades de comunicação e a proposta é gerar um questionamento para que você possa fazer uma auto-análise e ao identificar-se com alguns desses problemas, possa procurar algum tipo de solução, pois se existirem poderão impedir uma melhor desenvoltura no cenário pessoal e profissional.

Para facilitar a auto-análise, apresentaremos esses problemas subdivididos em três blocos distintos, a saber:

1 - Psicológicos;
2 - Físicos;
3 - Técnicos.

1 - Psicológicos

- Medo

Medo de tudo, de ser mal sucedido, de errar, de não ser compreendido, de falhar, de não conseguir dar o recado, de denegrir a sua própria imagem, de dar a dor de barriga que você teve há 10 anos, enfim muitos medos. Se analisarmos bem, na verdade, não vamos encontrar muitas razões para esses medos, pois na maioria são imaginários e não reais. O principal medo, no entanto, que pode ser uma síntese de todos esses, é o "Medo de falar em público".

- Excesso de preocupação

Algumas pessoas são preocupadas demais. Existe um lado positivo na preocupação relacionado à preparação, ao planejamento, à organização do que iremos realizar. Só que temos uma voz interior e se não a soubermos controlar, nos perdemos. Essa voz começa a perguntar assim: E se eu falhar? E se perguntarem algo que eu não sei? E se entrar o diretor enquanto eu estiver falando? O interessante é que as respostas a essas perguntas tendem a ser negativas, gerando um pessimismo e neutralizando as forças de energia positiva e de entusiasmo, minando as resistências da pessoa, gerando uma grande possibilidade de fracasso.

- Baixa auto-estima

Há um pensamento muito famoso, atribuído a Henri Ford, que diz: "Se você acha que pode ou se acha que não pode, em ambos os casos você está certo". Em outras palavras, se você acredita no sucesso do seu esforço ou se acredita no insucesso, em ambos os casos você também está certo. Podemos optar em sermos otimistas ou em sermos pessimistas e até essa atitude diante da vida ou das situações pode ser treinada e desenvolvida. A natureza, na sua complexidade e, ao mesmo tempo simplicidade nos dá uma grande lição quando nos mostra que colhemos aquilo que plantamos, ou seja, um pessimista irá falar mal de si mesmo, denegrindo a sua própria imagem, evidenciando a sua impotência e a sua incapacidade. É óbvio que colherá dó e pena das pessoas. Por outro lado, uma pessoa de bem com a vida e consigo mesma, entusiasta e otimista, irá irradiar uma energia positiva e atrairá para si aquilo que plantou, ou seja, estímulos positivos, energia boa, pessoas que funcionam nessa mesma faixa de freqüência.



2 - Físicos

- Voz fraca

Volume baixo, onde a voz é quase inaudível.

- Linearidade

A fala mantém um tom monocórdio, gerando sonolência e desatenção das pessoas.

- Dicção ruim

Dificuldade de pronúncia, onde os sons não são claros e a compreensão fica prejudicada.

- Velocidade excessiva

A pessoa atropela as palavras, além de dificultar o entendimento das idéias.

- Velocidade lenta

Talvez pior ainda do que a velocidade acelerada. Ficamos impacientes, querendo ajudar a pessoa que está falando, também gerando desinteresse.

- Ausência de teatralização

Ou seja, a pessoa que fala nada expressa além do conteúdo e sabemos que tão ou mais importante do que o conteúdo é a forma de falar. Um bom exemplo disso é a pessoa falando algo alegre com uma voz triste ou melancólica.

- Nasalação

Onde os sons são excessivamente anasalados, tornando feia a fala.

- Ausência de pausas

As pausas servem para facilitar a compreensão do ouvinte, dar beleza estética e também para que o apresentador possa melhor concatenar as suas idéias. A ausência de pausas torna a fala inadequada e distrai a atenção dos ouvintes.

- Ausência de gestos

Algumas pessoas colocam as mãos atrás ou na frente do corpo ou ainda na cintura (tipo açucareiro), cruzam os braços ou enfiam as mãos nos bolsos e não fazem gestos. Uma gesticulação adequada reforça o conteúdo da fala.

- Postura inadequada

Pensando na posição dos pés, podemos fazer uma analogia com o relógio. Existe a posição "quinze para o meio dia", "meio dia e quinze" e "dez para as duas". São inadequadas, desviam a atenção dos ouvintes e geram certa deselegância.

- Olhar perdido

Há aqueles que olham para cima ou para baixo ou apenas para algumas pessoas. O ideal é que se olhe nos olhos das pessoas, envolvendo-as plenamente.

- Aparência deselegante

Um toque de classe, de sensibilidade, de bom senso e de bom gosto nunca é demais. Só que algumas pessoas exageram no contrário, ou seja, são relaxadas mesmo, desde uma roupa suja ou um sapato sem graxa e malcuidado até desleixo em detalhes de asseio e aparência corporal.



3 - Técnicos

- Desorganização de idéias

Toda apresentação deve ter uma estrutura, ou seja, um objetivo, um começo, um meio e um fim. Há pessoas que começam pelo meio, terminam pelo começo e desenvolvem aquilo que deveriam deixar para o final. É necessário aprender e desenvolver apresentações estruturadas e organizadas.

- Vícios de linguagem

Ou seja, excesso de "nés", "tás", "certos", "percebes", "aaaa...", "eee...". A audiência fica contando quantos desses vícios ocorreram e deixa de prestar atenção no conteúdo da fala.

- Dificuldade de vocabulário

É até comum a pessoa querer dizer alguma coisa, ela tem a idéia na cabeça, mas não consegue encontrar rapidamente a palavra para externar esse pensamento.

- Inadequação no uso de Recursos Audiovisuais

Transparências ou lâminas excessivamente carregadas, muitas informações de uma só vez, cores e contrastes de mau gosto, ilegibilidade, falta de clareza ou adequação em relação ao conteúdo.

Em síntese, essas são as dificuldades mais comuns que temos observado em sala de treinamento.

Além destas, inúmeros outros pequenos problemas, desde prolixidade, excessiva objetividade, postura arrogante ou prepotente ou, ao contrário, humilde demais.

O que julgo importante, ao fazer uma análise sobre os problemas de comunicação, é que a parte mais difícil é justamente a descoberta destes problemas, pois a solução é relativamente simples, dependendo apenas de destreza experimental e orientação adequada.

Descubra, portanto, quais são as suas dificuldades de comunicação, invista na sua solução e esteja certo de que sua vida será bem melhor.

A Cultura do Slow Down

A Cultura do Slow Down

Relato de um um funcionário brasileiro da Volvo na Suécia

“Há já 18 anos que ingressei na Volvo, empresa sueca bem conhecida.

Trabalhar com eles é uma convivência deveras interessante.

Qualquer projecto aqui demora dois anos a concretizar-se, mesmo que a idéia seja brilhante e simples.

É uma regra.

Os processos globalizados causam a nós (portugueses, brasileiros, argentinos, colombianos, peruanos, venezuelanos, mexicanos, australianos, asiáticos, etc.) uma ansiedade generalizada na busca de resultados imediatos.

Consequentemente, o nosso sentido de urgência não surte efeito dentro dos prazos lentos dos suecos.

Os suecos debatem, debatem, realizam “n” reuniões, ponderações, etc. E trabalham! com um esquema bem mais “slowdown”.

O melhor é constatar que, no fim, isto acaba por dar sempre resultados no tempo deles (suecos) já que conjugando a necessidade amadurecida com a tecnología apropiada, é muito pouco o que se perde aqui na Suécia.

Resumindo:

1. A Suécia é do tamanho do estado de São Paulo (Brasil).2. A Suécia tem apenas dois milhões de habitantes.3. A sua maior cidade, Estocolmo, tem apenas 500.000 habitantes (compare-se com Paris, Londres, Berlim, Madrid, mesmo Lisboa…; ou cidades balneares como Mar del Plata, Argentina, onde vivem permanentemente 1 milhão de pessoas, ou ainda a cidade de Rosário, Argentina, com três milhões).4. Empresas de capital sueco: Volvo, Skandia, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare , etc.

Nada mal, hein?

Para se ter uma ideia da sua importância basta mencionar que a Volvo fabrica os motores de propulsão para os foguetes da NASA.

Os suecos podem estar enganados, mas são eles que me pagam o salário. Devo referir que não conheço nenhum outro povo com uma cultura colectiva superior à dos suecos.

Vou contar uma pequena história, para ficarem com uma idéia:

A primeira vez que fui para a Suécia, em 1990, um dos meus colegas suecos apanhava-me no hotel todas as manhãs. Estavamos em Setembro, já com algum frio e neve. Chegavamos cedo à Volvo e ele estacionava o carro longe da porta de entrada (são 2000 empregados que vão de carro para a empresa).

No primeiro dia não fiz qualquer comentário, nem tão-pouco no segundo ou no terceiro. Num dos dias seguintes, já com um pouco mais de confiança, uma manhã perguntei-lhe: “Vocês têm aqui lugar fixo para estacionar? Chegamos sempre cedo e com o parque quase vazio estacionas o carro mesmo no seu extremo…E ele respondeu-me com simplicidade: “É que como chegamos cedo temos tempo para andar, e quem chega mais tarde, já vai entrar atrasado, portanto é melhor para ele encontrar um lugar mais perto da porta. Não te parece?”

Imaginem a minha cara!

Esta atitude foi a bastante para que eu revisse todos os meus conceitos anteriores.

Actualmente, há um grande movimento na Europa chamado “Slow Food”.

A “Slow Food International Association”, cujo símbolo é um caracol, tem a sua sede em Itália (o site na Internet é muito interessante. http://www.slowfood.com/).

O que o movimento Slow Food preconiza é que se deve comer e beber com calma, dar tempo para saborear os alimentos, desfrutar da sua preparação, em família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A ideia é contraposição ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. Verdadeiramente surpreendente, é que este movimento de Slow Food está a servir de base para um movimento mais amplo chamado “Slow Europe” como salientou a revista Business Week numa das suas últimas edições europeias.

Na base de tudo isto está o questionamento da “pressa” e da “loucura” geradas pela globalização, pelo desejo de “ter em quantidade” (nível de vida) em contraponto ao “ter em qualidade”, “Qualidade de vida” ou “Qualidade do ser”.

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses. E os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade aumentar uns apreciáveis 20%. A denominada “slow attitude” está a chamar a atenção dos próprios americanos, escravos do “fast” (rápido) e do “do it now!” (faça já!). Portanto, esta “actitude sem pressa” não significa fazer menos nem ter menor produtividade. Significa sim, trabalhar e fazer as coisas com “mais qualidade” e “mais produtividade”, com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress. Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do prazer dum belo ócio e da vida em pequenas comunidades.

Do “aqui” presente e concreto, em contraposição ao “mundial” indefinido e anónimo.

Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do quotidiano, da simplicidade de viver e conviver, e até da religião e da fé.

SIGNIFICA UM AMBIENTE DE TRABALHO MENOS COERCIVO, MAIS ALEGRE, MAIS LEVE, E PORTANTO MAIS PRODUTIVO, ONDE OS SERES HUMANOS REALIZAM, COM PRAZER, O QUE MELHOR SABEM FAZER.

É saudável reflectir sobre tudo isto. Será que os antigos provérbios: “Devagar se vai ao longe” e “A pressa é inimiga da perfeição” merecem novamente a nossa atenção nestes tempos de loucura desenfreada?

Não seria útil e desejável que as empresas da nossa comunidade, cidade, Estado ou país, começassem já a pensar em desenvolver programas sérios de “qualidade sem pressa” até para aumentarem a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços sem necessariamente sem perder “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher” há uma cena inesquecível na qual o cego (interpretado por Al Pacino) convida uma jovem para dançar e ela responde:

-“Não posso, o meu noivo deve estar a chegar”.

Ao que o cego responde:

-“Num momento, vive-se uma vida”

e leva-a a dançar um tango.

É o melhor momento do filme, esta cena que dura apenas dois ou três minutos.

Muitos vivem a correr atrás do tempo, mas só o alcançam quando morrem, quer seja de enfarto ou num acidente na auto-estrada por correrem para chegar a tempo.

Ou outros que, tão ansiosos para viverem o futuro, esquecem-se de viver o presente, que é o único tempo que realmente existe.

A diferença está no que cada um faz do seu tempo. Temos de saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto planejamos o futuro”.

Parabéns por teres conseguido ler essa mensagem até o fim. Decerto haverá muitos que leram só a metade para “não perder tempo” tão valioso neste mundo globalizado.

Engrenagem

"Seja qual for o departamento em uma organização, todo funcionário interage com processos e procedimentos existentes. E é obrigação de todo funcionário desafiar os princípios existentes e questionar: por que fazemos isto deste jeito? Mesmo nos cargos iniciantes, as pessoas interagem dentro de fluxos de trabalho existentes. Se há milhares de engrenagens que movem a máquina organizacional e cada engrenagem tem inúmeros dentes, então uma melhoria feita no menor dente que seja pode fazer uma enorme diferença."

Bob Worrall
CIO da Sun Microsystems, Inc.

LÍDERES TIRANOS

Você já parou para pensar que nos vários anos de estudo que temos, quase nunca fomos orientados a como nos relacionarmos com as outras pessoas?

Ao contrário, aos poucos vamos nos especializando em ver os outros como concorrentes e a criticar mais do que incentivar ou dar a mão.

Não é por acaso que muitos executivos chegam a posições de liderança sem saber como lidar com pessoas, ou pior, convencidos de que a tirania é a melhora maneira de obter resultados. Eles são especialistas em suas áreas, extremamente competentes e dedicados, mas nada ou quase nada sabem sobre como as pessoas se sentem ou reagem a suas atitudes e comportamentos.

O resultado é uma legião de pessoas desmotivadas e desorientadas, lideradas por visionários solitários que vivem reclamando da incapacidade dos seus liderados. Os famosos líderes tiranos.

O mais incrível é que a perseverança e a competência técnica desses executivos fazem com que muitos deles continuem a ter sucesso, apesar de sua incompetência interpessoal. Alguns chegam mesmo a ser tratados como verdadeiros heróis, e é comum ouvirmos expressões como:

"Fulano é brilhante mas trata as pessoas como animais";

"Ele é um líder carismático, mas é um verdadeiro tirano."

Gostaria de aproveitar esse artigo para afirmar uma posição da qual tenho cada vez mais convicção.

Tratar bem as pessoas, respeitá-las e reconhecê-las, tem apenas efeitos positivos no sucesso de um executivo. A tirania, por outro lado, também é capaz de gerar resultados positivos, porém imediatistas, mas traz com ela um custo que será cobrado mais cedo ou mais tarde.

Quem, tirando os casos especiais, gosta de ser maltratado?

Acredito que ninguém.

Sendo maltratado e desrespeitado, o liderado trabalha insatisfeito e faz com que um grão de areia se transforme em uma montanha, agindo sempre que possível de modo a atrapalhar o bom andamento de um projeto, tão somente com a intenção de atrapalhar a vida do líder tirano.

Já vi casos assim muito de perto.

Um belo exemplo é o caso onde um líder vivia jogando piadas de mal gosto para os seus liderados, talvez por necessidade de auto-afirmação, talvez por não ter conhecimento sobre ética ou inteligência emocional. Embora o resultado do projeto tenha sido satisfatório, certamente este resultado terá um custo, digo novamente, que será cobrado mais cedo ou mais tarde.

Se você já está começando a acreditar que os tiranos são mais bem sucedidos do que os líderes que respeitam as pessoas, pare um pouco e reveja sua posição.

Acredite; os tiranos que conseguem bons resultados teriam muito mais sucesso se respeitassem mais seus colegas e liderados.

Ser gerente é uma posição, ser líder é uma atitude.

Ser gerente é uma posição, ser líder é uma atitude.

A palavra gerente pode constar no seu currículo, mas a liderança aparece na mente dos liderados quando decidem seguir o líder.

O gerente atua das 9 às 17 horas, o líder atua as 24 horas.

Os gerentes dirigem no trabalho, os líderes fazem isso na vida.

Só há um caminho para liderar que é através do exemplo.

Sempre existe alguém nos observando.

A FÁBULA DO ALTO EXECUTIVO

Esta foi uma das minhas primeiras postagens aqui no blog e achei que valeria a pena postá-la novamente. Hoje, mais maduro, e vivendo uma nova etapa em minha vida, tendo a oportunidade de trabalhar em uma empresa espetacular, com profissionais de primeira categoria, vejo a veracidade desta fábula...

*********** A FÁBULA DO ALTO EXECUTIVO ***********

Esta é a fábula de um alto executivo que, estressado foi a psiquiátra.

Relatou ao médico o seu caso. O psiquiátra, experiente, logo diagnosticou:

- O Senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.

Então o nosso executivo procurou seguir as orientações... Munido de vários livros, cds e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo.

Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs.

Continuava inquieto.

Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para ansiedade que ainda o dominava.

Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo. O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar.

Disse ao nosso executivo:

- O senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.

O administrador pensou consigo:

"Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa".

Ledo engano.

No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda área.

O administrador então lhe deu a seguinte tarefa, abater 500 galinhas com uma faca.

Essa foi fácil... em menos de três horas já estavam todas prontas para serem depenadas.

Pediu logo uma nova tarefa.

O administrador então lhe disse:

- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Senhor vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.

No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal. Viu o nosso executivo com uma laranja nas mãos, os cestos completamente vazios, falando sozinho:

- Esta é grande.

- Não, é média, ou será pequena?

- Esta é pequena.

- Não, é grande, ou será média?

- Esta é média.

- Não, é pequena, ou será grande?


MORAL DA HISTÓRIA:

Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões de forma acertada.

Agile Ajax: 36 GWT Tutorials

While the excellent GWT in Action was released last month, there are lots of people that want to get their feet wet before plunking down $50 for a book.

To that end, I've pulled together all of the GWT tutorials I'm aware of.

There's a little bit of everything here: simple getting started guides; "Hello, World!" apps in all flavors; tutorials that focus on a specific aspect of GWT, such as history management and JSON; extensive examples that are still valuable even if you have the aforementioned book; guides for integrating GWT with a non-Java backend.

Hopefully, you will find something to your liking here.


http://blogs.pathf.com/agileajax/2007/07/36-gwt-tutorial.html